terça-feira, 7 de abril de 2015

Um ano depois, a história do gato Pelé se repete

Esse é o Pelé, um ano atrás, com dois ferimentos, o primeiro no lado
esquerdo do corpo e o segundo próximo da cauda. (Foto: Renata Costa)
Há pouco mais de um ano atrás recebíamos aqui em casa o gato Pelé, hoje nosso terceiro filho felino. Naquela época ele vivia parte do tempo dentro do condomínio onde moramos e parte na rua, até que um dia apareceu gravemente ferido. Começamos a tratar, quando estava quase sarando foi ferido de novo tão gravemente quanto antes. Ambos os ferimentos, soubemos, foram causados por um menino que também mora aqui no condomínio.

Pois bem. Cuidamos do Pelé, ele ficou curado e o adotamos. Agora um gato igualzinho a ele, que estava sendo alimentado na calçada do condomínio por nossa vizinha, apareceu ferido da mesma forma que o Pelé fora um ano antes. Não sabemos quem foi, mas é estranho que seja um ferimento igual num gato preto igual e que é tão dócil quanto o Pele.

E esse é o Carvãozinho, com um ferimento semelhante e quase no
mesmo local onde Pelé foi ferido. (Foto Elinaudo Barbosa)
Vamos começar com ele o mesmo tratamento que foi feito no Pelé, com um pó de ervas que minha mãe faz e que é um cicatrizante excepcional. Só que dessa vez, já com três gatos aqui, é impossível recebê-lo até para o tratamento. Terá que ser tudo na rua, esperando que ninguém mais o machuque, principalmente no período de recuperação dele.

Se alguém se dispuser a dar um lar temporário, posso fornecer o remédio natural que usamos e ensinar como ministrar. Se for perto daqui até posso ir aplicar eu mesmo. E dessa vez não vai poder ter apego, pois aqui não cabe mais mesmo! Então teremos que achar um adotante pra ele, já que gato preto e dócil aqui só serve pra virar alvo de maldades. Estamos chamando ele de Carvãozinho, um dos nomes que havia sido dado ao Pelé.

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